Ele segurou minha cabeça com as duas mãos e empurrou o quadril sem parar, sem dar espaço para respirar, sem pausa entre uma estocada e outra. Sem nenhuma delicadeza. O pau entrava inteiro, batendo no fundo da garganta, me fazendo engasgar várias vezes. Lágrimas escorriam pelo rosto, o nariz ardia, os pulmões queimavam por ar.
— Isso… engole tudo, putinha.
E o pior: ele ria. Se divertia me vendo desesperada, sufocando, engasgando… e ainda mandava eu não parar.
Ele sabia que eu odiava aquilo. Sabia que eu odiava perder o controle, ser forçada a engolir daquele jeito bruto, sem ritmo, sem espaço para respirar. Eu preferia chupar no meu tempo, provocar, levar ele ao limite com calma. Mas agora era ele quem mandava. E fazia questão de me lembrar disso a cada estocada, a cada ordem, a cada humilhação.
Naquele instante eu me sentia usada de verdade. Submissa de verdade. Do jeitinho que ele adorava me ter. Do jeito que ele amava me usar.
De repente, ele agarrou meu cabelo com força, puxando minha cabeça para trás até doer o couro cabeludo. Me obrigou a olhar para cima. Eu respirava ofegante, os olhos úmidos, lágrimas escorrendo pelo rosto, saliva pingando do queixo.
O rosto dele estava sério, com um brilho cruel e provocador no olhar.
— Agora fala… Diego é meu mestre. E eu prometo que serei uma putinha obediente.
Meu corpo travou na hora. Senti o estômago revirar. Caralho. Aquilo já não era mais só provocação. Ele queria quebrar meu orgulho de vez. Queria me dobrar por completo.
Eu sempre fui mimada, mandona, cheia de vontades. Jamais admitiria alguém me falar assim. Minha primeira vontade foi me levantar, gritar um “vai se foder” bem alto e sair dali correndo.
Mas ele me prendia. Literalmente. Com a mão firme no cabelo e os olhos cravados nos meus. Porque por mais que minha cabeça berrasse para eu dizer não… o meu corpo já estava entregue fazia tempo. O tesão era demais. Eu estava molhada demais, excitada demais, submissa demais para negar.
Ele puxou meu cabelo um pouco mais forte e insistiu, a voz baixa e carregada:
— Vai, Rafaella. Assume que você gosta disso. Você gosta quando eu te domino.
Fechei os olhos por um segundo. Só para respirar. Só para tentar juntar o que ainda restava de dignidade dentro de mim. Senti o gosto amargo da vergonha descer pela garganta, misturado ao salgado que ainda pairava na minha língua.
Na minha cabeça eu odiava aquilo. Odiava aquele jeito mandão dele, a forma como ele me reduzia a algo que eu nunca quis ser aos olhos de ninguém. Mas, caralho, eu estava encharcada. O short grudava na pele úmida, o tecido fino marcando cada contorno inchado, e eu me odiava por isso. Me odiava por estar ali de joelhos, por não conseguir desviar o olhar, mesmo com as lágrimas escorrendo quentes pelo rosto. Só pensei: “Porra, Diego, por que você tá fazendo isso comigo?”
E mesmo assim… abri os olhos. Encostei os lábios trêmulos e sussurrei, com a voz embargada, baixa, quase sem som, mas olhando direto para ele:
— Você é meu mestre… e prometo ser sua putinha obediente.
Ele abriu um sorriso satisfeito, lento, como se tivesse vencido uma batalha que eu nem sabia que estava lutando. Aquele sorriso me atravessou inteiro.
— Boa garota.
Soltou meu cabelo. Minha cabeça caiu para a frente, tremendo. A respiração descompassada, o peito subindo e descendo rápido demais. Mas por dentro… por mais absurda que fosse toda aquela situação… eu continuava quente, molhada, inteira entregue a ele. O tesão latejava baixo, insistente, como se meu corpo tivesse decidido por mim.
Ele acariciou meu rosto devagar, o polegar traçando a linha da minha bochecha molhada, como se aquilo fosse carinho. Mas logo veio a próxima ordem, no mesmo tom baixo, firme e mandão:
— Agora você vai chupar o pau do Adriano.
Meus olhos se arregalaram. O corpo congelou por um segundo que pareceu uma eternidade. “Como assim? Chupar o melhor amigo dele?” foi o primeiro pensamento que atravessou minha mente como um raio.
Levantei os olhos devagar, o coração martelando tão forte que eu sentia as batidas na garganta. Adriano já estava de pé bem na minha frente, me encarando com aquele sorriso safado no rosto. Ele não disse nada — só levou as mãos à cintura da bermuda e desceu o tecido devagar.
Caralho.
O pau dele saltou para fora como se tivesse vida própria, balançando na minha cara, grosso, veias saltadas, a cabeça brilhando de leve com o que já escorria da ponta. Meu queixo quase despencou no chão. Era enorme. Maior do que eu imaginava, maior do que qualquer coisa que eu já tinha visto de perto.
Foi inevitável lembrar da Carol. Uma noite de confidências, ela rindo baixo e falando: “Prima, o Adriano tem o maior pau que eu já vi na vida. O primeiro que eu chupei… nossa, eu nem sabia o que fazer com aquilo tudo.” Na época eu ri alto, zoando ela, achando engraçado. Mas agora… agora eu estava ali, de joelhos, com ele a centímetros da minha boca.
Fiquei parada por um segundo, de boca entreaberta, coração disparado. Mordendo os lábios. Tentando entender como aquilo estava acontecendo… e por que meu corpo tremia de tanto tesão.
— Vai, Rafa… chupa logo — Diego ordenou.
Nossa, eu já salivava como uma cadela no cio. Só obedeci.
Queria muito aquele pau na minha boca.
Segurei com as duas mãos. Passei a língua devagar pela glande, explorando, sentindo o gosto salgado e quente se espalhar. E me veio de novo o que a Carol disse… que adorava chupar o pau dele. Fui engolindo com mais vontade, mais fundo. Comecei devagar e fui acelerando, tentando ir mais, me soltando, chupando com muita vontade. Que pau delicioso de chupar!
O Adriano soltou um gemido rouco.
— Puta que pariu, Rafa… — murmurou, com os olhos fechados por um segundo. — Você chupa gostoso demais!
Senti a mão dele se entrelaçar nos meus cabelos, mas ao contrário do Diego, ele não forçou. Só me guiava com calma, gentilmente. Como se quisesse prolongar ainda mais aquele momento.
Eu gostava assim. Me deixava mais solta, podia chupar do meu jeito, no meu ritmo. Saboreando cada centímetro daquele pau grosso e pulsante, sentindo as veias latejarem contra a língua, o calor se espalhando pela boca inteira.
Variava o ritmo. Sugava forte, depois mais fundo. Parava e passava a língua só pela cabeça. Depois engolia tudo de novo, tentando ir o máximo possível.
Virei o rosto por um segundo e vi Diego se masturbando devagar, olhando para mim com aquele olhar possessivo, quase animal.
Depois de um tempo só chupando o Adriano, Diego se aproximou. Pegou meu queixo com firmeza e falou:
— Agora você vai revezar. Chupa um e punheta o outro. Não para até eu mandar.
Olhei para ele e assenti sem nem pensar. Porque ali… eu já não era mais dona de nada.
Nem do meu corpo.
Nem da minha vontade.
Eu era dele.