Logo que entramos no quarto e ele fechou a porta, logo pensei: “É, Rafaella… vai ter que dar.”
Meu primo ficou na sala, a TV ligada como se nada estivesse acontecendo.
Eu, por outro lado, sentia o coração acelerado. Era desconfortável pra caralho. Pela primeira vez na vida eu me sentia na pele de uma prostituta, tendo que fazer sexo com um estranho, sem tesão, sem atração, sem nenhuma vontade, apenas para ter o apê emprestado.
E o pior: era um programa bem baratinho. Fazendo as contas: o aluguel apê era Mil reais. Se meu primo estava dividindo, ele deveria pagar metade, correto? O que daria quinhentos reais. Então, se o combinado era o cara me comer uma vez por semana (500 dividido por 4 = 125 reais o programa).
O Daniel falou que eu poderia ficar à vontade e sentou-se na cama. Eu ainda estava em pé, reparando a decoração do quarto. Para um cara morando sozinho, até que o apê era arrumadinho. Havia uma estante de livros, feita de material reciclado, e tinha bastante livro, mas a grande maioria era livro escolar.
Ele perguntou se eu gostava de ler. Respondi que sim.
Contei que adorava Game of Thrones e estava no terceiro livro de “As Crônicas de Gelo e Fogo”, de George R. R. Martin.
Ele respondeu que também curtia Game of Thrones, mas só assistia a série. Ainda não possuía os livros.
Acabamos conversando sobre a série, que estava na quinta temporada. Comentamos que amanhã seria o penúltimo episódio da temporada.
Eu ainda estava em pé. Então, ele disse:
— Pode sentar aqui, garota. Prometo que não mordo.
Eu ri e me sentei ao seu lado.
— Ah, eu até gosto de mordidas. Falei rindo e completei que adorava histórias de vampiros
Eu falei que adorava "The Vampire Diaries" e estava ansiosa pela Sétima temporada. E contei também que tinha lido todos os lido da Saga Crepúsculo.
Ele riu, disse que também curtia vampiros, mas preferia os vampiros raiz, não esses moderninhos que saem durante o dia como pessoas normais.
— Você gosta desses vampirinhos que brilham no sol, né? - ele disse, zoando.
Eu revirei os olhos, rindo.
— Ah, para. Eu amo TVD (The Vampire Diaries)
— Eu curto vampiros também… mas os originais. Os de verdade, como o Conde Drácula.. Não esses que ficam passeando durante o dia como gente normal...
Quando ele falou "Conde Drácula", veio na hora um flash da minha infância: eu, pequenininha, fuçando a biblioteca enorme do meu pai, cheia de livro. Eu adorava mexer naquelas prateleiras proibidas.
Lembro de encontrar um livro de capa antiga, era "O Conde de Monte Cristo". Na hora, eu fiz associação simples: Se era “Conde”, então era vampiro...
Comecei a folhear achando que ia encontrar história de dentes afiados, sangue escorrendo. Folheei alguns páginas e pensei: "Ué… cadê o vampiro?"
A lembrança veio tão vívida que eu comecei a rir sozinha.
Ele arqueou a sobrancelha, curioso.
— Que foi?
— Nada… — mordi o lábio, tentando não rir.
— É que quando você falou “Conde Drácula”, eu lembrei de quando era criança e achei que O Conde de Monte Cristo era um livro de vampiros.
Vc gosta mesmo de vampiros, né?
Sim, gosto, falei sorrindo
Ele chegou bem perto de mim e disse
— Então cuidado…
— Por quê? - perguntei
— porque esse vampiro aqui morde de verdade.
E eu juro… o jeito que ele disse isso fez meu corpo inteiro acender.
De repente ele ficou me olhando fixamente
— O que foi, perguntei curiosa
— É que você é tão linda! Fiquei com vontade de te morder toda, sabia ?
— Hummm, respondi rindo....
Ele encostou perto de mim.
Pousou a mão na minha coxa, perguntou se podia, e começou a subir devagar. A mão era quente, macia, deslizando suave. Nossa, senti um arrepio e mordi os lábios, um misto de nervosismo e excitação.
Ele continuou deslizando a mão pela parte interna da minha coxa, por dentro do vestido, chegando perto da virilha. Abri levemente as pernas — quase sem querer. Ele tocou na minha xaninha por cima da calcinha e percebeu que eu já estava úmida. Ele deu uma risadinha de safado:
— Tá molhadinha já, né, sua putinha?
Veio aproximando o rosto e tentou beijar minha boca, mas virei o rosto na hora.
Ele ficou dando beijos no meu pescoço e alternando com mordidinhas...
Eu mordi o lábio forte, fechei os olhos, soltei um gemido baixo. Estava excitada sim, mesmo com todo o nervoso.
Apertei o pau dele por cima do short e senti o quanto estava duro. Enfiei a mão por dentro do short e libertei seu membro, começando a acariciá-lo. Minha boca salivou na hora.
Adoro pau duro, assim apontado pra cima. Falei..
— Deixa eu te chupar.
Caí de boca sem esperar resposta. Chupei com vontade, sedenta mesmo.
Na real eu só queria que aquilo terminasse logo. Só queria ele fazer gozar rápido.
E se ele gozasse na minha boca, melhor ainda.
Ele segurou minha cabeça, gemeu alto, me chamou de vadia, disse que eu chupava gostoso pra caralho. Eu já adorava chupar naquela época, então aquilo tudo me deixou ainda mais molhada.
Mas ele parou, me levantou e falou:
—Espera… não quero gozar ainda. Quero te chupar primeiro.
Foi quando eu aprendi a primeira lição: O cliente manda.
Tirou meu vestido devagar, caiu de boca nos meus peitos, elogiando cada pedaço do meu corpo.
— Você é perfeita. Nunca fiquei com uma garota tão linda como você — sussurrou ele entre os beijos, sua voz baixa e rouca me deixando toda arrepiada.
Desceu beijando tudo: pescoço, barriga, até chegar lá embaixo. Tirou a calcinha e olhou minha boceta lisinha e falou:
— Que bocetinha linda…
Aí veio a lambida… mas era tipo cachorro tomando água, sabe? Língua mole, dedo entrando e saindo sem muita coordenação. O cara não sabia chupar uma garota! Aff, só me faltava essa.
Comecei a ficar ansiosa, então eu mesma levei a mão pro clitóris pra tentar sentir algum prazer.
Ele deixou eu ficar me tocando e passou e sugar meus seios...
Até que ele falou:
— Fica de quatro. Diego disse que tu adora dar o cuzinho… é verdade?
— Sim… gosto — respondi meio seca, ainda desconfortável.
Ele me colocou de quatro me beirada da cama, comecei a sentir sua língua no meu cuzinho, seguido por um dedo. Seu dedo entrava tão fundo, e eu só conseguia gemer! Ele apontou o pau na entrada do meu cuzinho e tentou me penetrar. Entrou só a cabecinha, e ele começou a forçar.
Doeu, e eu pedi:
— Pera, tem lubrificante? — Ele balançou a cabeça, indicando que não tinha.
Avisei que tinha um frasco na minha mochila, jogada no sofá da sala.
Enquanto ele foi buscar, me virei de lado, minhas mãos explorando meu corpo. Uma mão acariciava meus seios e outra mão se movia suavemente entre minhas pernas, esfregando delicadamente meu clitóris.